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Apoiamos projetos culturais e sociais que promovem o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Historicamente, temos incentivado ações catalisadoras do desenvolvimento humano, que promovam cultura, educação, saúde e responsabilidade social.

Cultura

Compartilhamos com nossos clientes e parceiros a alta qualidade da produção artística brasileira, incentivando e divulgando a arte nacional. Possuímos um vasto histórico de apoio à produção editorial de artistas de expressão internacional: Beatriz Milhazes, Carlos Vergara, Goeldi, Ivan Serpa, Volpi, Adriana Varejão, Hélio Oiticica, Flávio de Carvalho, Manabu Mabe, Tomie Ohtake e Sergio Camargo. Também apoiamos a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) e a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP).



Organizar por:

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Capa do livro Flavio Shiro

Flavio Shiro

 

Capa do livro Sergio Camargo

Sergio Camargo

 

Capa do livro Tomie Ohtake

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Iberê Camargo

Capa do livro Flavio Shiro

Flavio Shiro

 

O BTG Pactual patrocinou, em 2012, o livro Manabu Mabe (1924 - 1997) Anos 1950 - 1960, sobre o pintor, gravador e ilustrador, japonês naturalizado brasileiro. No ano seguinte, nossa atenção se voltou para Tomie Ohtake (1913 - 2015), pintora, escultora e gravurista que também deixou o Japão e se fixou no Brasil. Em 2013, em comemoração ao centenário da artista, editamos o livro Tomie Ohtake Construtiva. Em 2015, completamos a trilogia dos nipo-brasileiros com a publicação Flávio-Shiró (1928) ora apresentada, dedicada ao pintor, gravador, fotógrafo, desenhista e cenógrafo. Na visão de Paulo Herkenhoff, autor responsável pelo texto crítico dos três livros, esses artistas são a grande contribuição da cultura nipo-brasileira à abstração no Brasil. Flávio-Shiró nasceu em 1928, em Sapporo, no Japão. O pai Massami Tanaka, dentista, e a mãe, Ai Iwane, musicista que tocava koto e shamisen, vieram com os filhos para o Brasil em 1932, e se instalaram numa coluna japonesa em Tomé-Açu, no Pará. Iniciou sua carreira na juventude com obas figurativas, de caráter expressionista. Dedicou-se à abstração informal a partir da década de 1950, em Paris, onde viveu por três décadas e estudou mosaico, gravura em metal e litografia na ëcole National supérieure des Beaux-Arts. Com o passar dos anos, Flávio-Shiró desenhou em quadros com planos de fundos claros, em contraste com as imagens escuras. Mais tarde, o foco central de suas telas se deslocou para a figura, muitas vezes apenas sugestões de seres fanáticos ou monstruosos dispostas em contextos abstratos. A consciente ambiguidade entre figuração e abstração tornou sua trajetória artística rica e original. Hoje suas obras se encontram em acervos no exterior como: Fonds National dÁrt Contemporain, em Paris; Hata Museum of Contemporary Art, em Tóquio, e Museu de Arte Moderna, em Havana. Além dos acervos nacionais: Museu Nacional de Belas Artes e Museu de Arte Moderna, ambos no Rio de Janeiro; e Museu de Arte Moderna de São Paulo, entre outros. É uma honra compartilhar Flávio-Shiró (1928) com nossos clientes, parceiros e amigos. Reiteramos, assim, nosso compromisso, de mais de uma década, em apoiar a cultura brasileira, como fizemos ao editar obras de Beatriz Milhazes, Carlos Vergara, Osvaldo Goeldi, Ivan Serpa, Alfredo Volpi, Adriana Varejão, Hélio Oiticica e Flavio de Carvalho. Temos certeza de que este livro, que teve a sua organização a cargo de Max Perlingeiro, contribuirá para o entendimento especializado e para a divulgação da obra de Flávio-Shiró, um dos ícones da arte brasileira.

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Capa do livro Sergio Camargo

Sergio Camargo

 

O BTG Pactual tem apoiado, ao longo de seus trinta anos, a arte brasileira publicando livros que retratam a trajetória de ícones nacionais como Tomie Ohtake, Manabu Mabe, Beatriz Milhazes, Carlos Vergara, Goeldi, Ivan Serpa, Volpi, Adriana Varejão, Flavio de Carvalho e Hélio Oiticica. Desta vez nos dedicamos a homenagear um dos nossos maiores escultores: Sergio Camargo (1930-90). Nascido no Rio de Janeiro, Camargo estudou na Academia Altamira em Buenos Aires (Argentina) e cursou filosofia na Sorbonne, em Paris. Conquistou grande respeito no circuito internacional ao exibir suas obras em mostras consagradas como a Bienal de Veneza; muitas delas pertencem ao acervo permanente de instituições como a Tate Gallery, de Londres. É com orgulho que apoiamos esta publicação que traz um recorte primoroso sobre a obra completa do escultor, ao mostrar exclusivamente os relevos brancos que sucederam a fase inicial do artista – o bronze figurativo –, entre 1962 e os idos anos 1970. O que se vê é um trabalho elegante, charmoso e engajado na tradição construtivista do país, que tornou o artista uma referência, sem fronteiras, da arte contemporânea. Esta é mais uma iniciativa do BTG Pactual na divulgação do nosso patrimônio cultural.

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Capa do livro Tomie Ohtake

Tomie Ohtake

O BTG Pactual patrocinou em 2012 o livro sobre as principais obras de Manabu Mabe, um dos pioneiros do abstracionismo no país. Neste ano, nossa atenção se volta para outro grande representante das artes plásticas que deixou o Japão para se fixar no Brasil: a pintora, escultora e gravadora Tomie Ohtake.Tomie Ohtake nasceu em Kyoto, no Japão, em 1913. Sua mudança para São Paulo aconteceu em 1936, aos 23 anos. Mas somente aos 40 anos abraçou as artes. Na sua longa e profícua carreira, transitou com desenvoltura pelo informalismo lírico e pela abstração geométricam tendo criado um repertório visual próprio que, partindo da gestualidade caligráfica japonesa, resultou em uma pintura elegante e sofisticada.A década de 1960, época em que se naturalizou brasileira, foi decisiva para a sua maturação como pintora. É dessa década que provêm os principais trabalhos de sua fase geométrica, foco deste livro que orgulhosamente patrocinamos em homenagem ao centenário de seu nascimento. O livro, que conta com texto crítico de Paulo Herkenhoff, teve a organização a cargo de Max Perlingeiro em colaboração com o Instituto Tomie Ohtake, dirigido por seu filho Ricardo Ohtake.É com orgulho que compartilhamos Tomie Ohtake – Construtiva com nossos clientes, parceiros e amigos. Neste ano de 2013, em que celebramos 30 anos desde nossa fundação, reiteramos nosso compromisso em apoiar a arte e a cultura brasileiras, em especial através da iniciativa, que já tem uma décadam de patrocinar livros sobre ícones das artes visuais brasileiras, como Manabu Mabe, Beatriz Milhazes, Carlos Vergara, Goeldi, Ivan Serpa, Volpi, Adriana Varejão, Hélio Oiticica e Flávio de Carvalho. Temos certeza de que este livro irá aproximar o público da obra dessa grande artista, em um momento de crescente interesse pela cultura nacional em todo o mundo.

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Capa do livro Manabu Mabe

Manabu Mabe

Pintor, gravador, ilustrador, Manabu Mabe é uma referência de arte contemporânea mundial. Com sua caligrafia singular, seu traço unitário, trabalhando a matéria e a escritura através de pinceladas ágeis e precisas, ele rompeu com os cânones do nacionalismo modernista do Brasil pós-guerra. Manabu Mabe foi o pioneiro do abstracionismo no Brasil.Nasceu em Kumamoto, no Japão, em 1924. Chegou no Brasil ainda criança e, com a família, foi trabalhar em uma lavoura de café no interior de São Paulo. Aprendeu arte lendo revistas e livros vindos de sua terra natal. Com os lápis crayon trazidos da escola primária do Japão retratou paisagens em papel ou em sacos de café. Já adulto, Mabe vendeu o cafezal e instalou-se na capital paulistana, decidido a viver de sua arte. Sucesso de crítica e público, sua obra passou a ser vista em exposições nacionais e internacionais, obtendo reconhecimento com importantes premiações. Em 1959, foi homenageado com o artigo intitulado The year of Manabu Mabe (O ano de Manabu Mabe), publicado na revista Time, em Nova York (EUA). Foi considerado o melhor pintor nacional na 5ª Bienal Internacional de São Paulo e ganhou o Prêmio Braun de Melhor Pintor a Óleo na 1ª Bienal de Jovens de Paris. É com orgulho que compartilhamos este livro, um recorte substantivo da trajetória de Manabu Mabe, com nossos clientes, parceiros e amigos. Esta é mais uma iniciativa do BTG Pactual na divulgação do nosso patrimônio cultural. Temos certeza de que este livro irá aproximar o público da obra desse grande artista nipo-brasileiro, em um momento no qual o interesse pela arte brasileira cresce em todo o mundo.

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Capa do livro Cachaça

Cachaça

A cachaça é brasileiríssima. Malvada, a do ó, imaculada, teimosa, quebra-goela, meu-consolo, tome-juízo, tira-teima… nossa língua registra mais de 500 denominações da mais brasileira das bebidas. Os documentos históricos nos dizem que já era produzida em escala no Brasil no século 17. O destilado do caldo de cana teria começado com o intuito de alegrar os escravos que trabalhavam nos engenhos de cana de açúcar. Com o tempo a produção chegou a incomodar a família real portuguesa por concorrer com o vinho do porto e com a bagaceira. Assim, a realeza proibiu seu consumo durante certo período.A proibição durou pouco. Pragmática, a realeza trocou-a por um imposto, mas acabou exagerando na carga tributária. Em 1660 houve a Revolta da Cachaça, quando os senhores de engenho de São Gonçalo, no estado do Rio de Janeiro, se rebelaram contra os pesados impostos da Coroa. A cachaça viria a marcar também outros momentos importantes da nossa história: durante a Inconfidência Mineira (1789), foi a bebida dos sacerdotes, intelectuais e militares que renegaram os produtos vendidos de Portugal; na Revolução Pernambucana (1817), foi, uma vez mais, o símbolo do protesto contra o domínio dos portugueses; e na Semana de Arte Moderna de São Paulo (1922), a cachaça foi eleita a bebida oficial do Brasil.Hoje, nossa aguardente ocupa lugar privilegiado em nossos bares e restaurantes e em países como Estados Unidos, Itália, Espanha, Portugal, França e Alemanha. A caipirinha se tornou um dos símbolos da cultura brasileira, quer na sua forma tradicional, com limão fatiado, quer nas novas formas, quando o limão é substituído por morango, frutas vermelhas, lichia ou kiwi. E a produção no Brasil não para de crescer, tanto no volume quanto na sofisticação dos produtos. Hoje, temos uma infinidade de cachaças diferentes, oriundas das mais diversas regiões do Brasil e utilizando desde modos artesanais de produção até envelhecimento em tonéis de madeiras nobres, muitas delas brasileiras também, como a amburana e o pau-brasil.O livro Cachaça resgata histórias da bebida brasileira por excelência. E nos brinda com ensaios exclusivos: um, fotográfico, do premiado Araquém Alcântara. O outro, do sommelier Manoel Beato, nos revela as relações entre a aguardente e alguns destilados, como o rum, a vodca, o conhaque.Mas, por que um livro sobre a cachaça? A pinga, ou caninha, como a nossa aguardente ficou também conhecida desde o século 19, é um dos elementos constitutivos da nossa gastronomia. Sua história se confunde com a história do nosso país, e a própria expressão popular usada para descrever algo do qual não se consegue largar – “é uma cachaça” – mostra o quanto a cachaça se incrustou no imaginário nacional. Ao editar este livro, o BTG Pactual valoriza a cultura e a história do nosso Brasil.

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Capa do livro Flávio de Carvalho

Flávio de Carvalho

No panorama da arte contemporânea brasileira, Flávio de Carvalho é de imensa importância. Artista, arquiteto, engenheiro, escritor, agitador cultural, ele foi um homem à frente de seu tempo. Nascido em Barra Mansa em 1899, foi educado em Paris e na Inglaterra, onde se formou em engenharia e estudou pintura. De volta ao Brasil em 1922, Flávio de Carvalho aproxima-se dos modernistas  Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Di Cavalcanti, e Tarsila do Amaral, com os quais empreende ações artísticas no espírito da Semana de Arte Moderna de 22.A trajetória de Flávio de Carvalho estendeu-se até 1973. Pintou e desenhou durante toda a sua vida. Dos anos de formação na Inglaterra aos últimos momentos de vida, dois temas sempre estiveram presentes: as mulheres e os retratos. Explorou nos retratos a psicologia dos modelos, apanhando-a em gestos vigorosos e cores intensas. Este livro é o registro mais completo já feito da trajetória desse artista, que tem suas criações em museus e coleções particulares por todo o mundo. Com 132 reproduções em grande formato e várias imagens ilustrativas, esta obra apresenta uma seleção de textos inéditos do artista. A exposição e o catálogo Flávio de Carvalho, realizados pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), também enriquecem sobremaneira a crítica sobre o artista, oferecendo múltiplos olhares sobre sua obra. A trajetória do BTG Pactual sempre foi marcada pela valorização da cultura brasileira. Por esse motivo, investe em iniciativas como a do MAM-SP, que considera a arte como instrumento de melhoria social e de desenvolvimento pessoal. Por isso é com orgulho que compartilhamos este livro com nossos clientes, parceiros, amigos e amantes da arte. Temos certeza de que ele cumprirá sua missão de aproximar o público da obra deste grande artista. No momento em que o interesse pela arte brasileira tem crescido enormemente em todo o mundo, reafirmamos com esta publicação nosso compromisso de divulgar a cultura produzida no Brasil.

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Capa do livro Adriana Varejão

Adriana Varejão

No panorama da arte contemporânea, Adriana Varejão desponta como uma artista de imensa importância. Sua obra é reconhecida pela força criativa e por suas inovações temáticas e formais não apenas no Brasil, mas em diversos países. Adriana produziu ao longo dos últimos 20 anos uma obra comoplexa, na qual a pintura e seus desdobramentos são um suporte para a ficção histórica e o meio para explorar temas como a teatralidade, o desejo e os artifícios presentes no barroco.Este livro é o registro mais completo já feito da obra dessa artista, que tem suas criações em museus e coleções particulares por todo o mundo. Superando obstáculos para reunir todo este conjunto de trabalhos, o livro Adriana Varejão – Entre carnes e mares também enriquece sobremaneira a crítica sobre a artista, oferecendo múltiplos olhares sobre sua obra.É com orgulho que compartilhamos este livro com nossos clientes, parceiros, amigos e amantes da arte. Temos a certeza de que ele cumprirá sua missão de aproximar o público da obra desta grande artista. No momento em que o interesse pela arte brasileira tem crescido enormemente em todo o mundo, reafirmamos com esta publicação nosso compromisso de divulgar a cultura produzida no Brasil.

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Capa do livro Hélio Oiticica

Hélio Oiticica

Hélio Oiticica descreveu como punti luminosi (pontos de luz) os artistas verdadeiramente relevantes na história da arte. Assim como ele, eram experimentalistas que existiam num “estado permanente de invenção”, revolucionando conceitos e antecipando as direções da arte no mundo.O volume atual apresenta as palavras e obras do Oiticica em textos e imagens que foram minuciosamente selecionadas com a intenção de disseminar conhecimento sobre este artista - pensando de maneira simples e descomplicada.Hoje reconhecido como um inovador na arte internacional, este artista brasileiro está presente nas coleções de instituições importantes como o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e o Tate Modern em Londres, entre outros. Suas obras recebem a atenção constante de artistas, curadores, historiadores e estudantes de arte aqui e no exterior como um paradigma de uma vida e de façanhas excepcionais.Cientes de termos cumprido a nossa tarefa institucional de resgatar e documentar as artes visuais no Brasil, temos orgulho de ter patrocinado este trabalho-referência valioso para o estudo da história da arte brasileira.As imagens jamais substituirão o contato direto com a experiência essencialmente transformadora da arte de Oiticica ou a sua conexão intensa com a vida. No entanto, este livro objetiva preencher as lacunas de informação nas nossas instituições de aprendizagem ao apresentar um acervo maior dos seus pensamentos e incluir suas obras não realizadas, assim reafirmando nosso compromisso com a ideia de cultura como alicerce para o crescimento individual e social.Acreditamos no poder civilizador da arte e nos gênios que a expressaram. Através de elementos que estão profundamente únicos na nossa cultura, Hélio Oiticica se tornou parte de uma herança universal.

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Capa do livro Carlos Vergara

Carlos Vergara

O envolvimento do UBS Pactual com a arte vem sendo reforçado a cada ano, sempre atento às obras de qualidade que ainda não chegaram ao público. Esse comprometimento nos direcionou a uma seleção de fotografias nunca antes publicadas de um relevante artista plástico no cenário brasileiro. O prestígio conquistado por Carlos Vergara se renova nesta obra, que reúne uma série de fotos tiradas a partir dos anos 70, quando o artista documentou o Carnaval do Rio de Janeiro. Foram registradas as ruas de carnaval, as escolas de samba, os blocos da Zonal Sul e, especialmente, o bloco Cacique de Ramos. É com intensa satisfação que presenteamos nossos clientes e o público com este túnel do tempo norteado pela entrevista singular com Paulo Sergio Duarte, crítico e historiador de arte.

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Capa do livro Beatriz Milhazes

Beatriz Milhazes

Embora a arte brasileira ocupe uma posição de crescente prestígio no cenário internacional, muito da nossa produção artística ainda é desconhecida do público. Desta forma, o UBS Pactual está comprometido em contribuir para que os brasileiros conheçam mais intimamente a arte aqui produzida. Assim, temos o prazer de oferecer aos nossos clientes e ao público que apreciam as artes plásticas um mergulho nas cores e formas de uma de nossas artistas mais importantes: Beatriz Milhazes, hoje uma das pintoras brasileiras de maior prestígio internacional. Com um texto elegante e informativo de Paulo Herkenhoff, será possível conhecer o trabalho dessa artista de renome internacional.

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Capa do livro Ivan Serpa

Ivan Serpa

O crescente interesse dos brasileiros em preservar e divulgar nossa memória cultural nos entusiasma a prosseguir realizando este trabalho de recuperação da história da arte nacional e de seus mais destacados artistas.Ivan Serpa, com sua obra expressiva e transformadora, é um "mestre entre mestres." Ao longo dos anos, movimentou em torno de uma personalidade catalisadora e de seu trabalho incessante todas as questões estéticas que se apresentaram como desafios para várias gerações de artistas nas últimas décadas.Os estudos, a reflexão e a documentação da arte brasileira permitem um novo olhar sobre a riqueza de nosso patrimônio cultural e estamos orgulhosos em oferecer um amplo acesso a este universo com a obra, simultaneamente múltipla e singular, de Ivan Serpa.Artista experimentador, toma para si e supera, com excelência e intensa integridade artística, diversas vertentes da arte contemporânea, renova-se constantemente atualizando o meio das artes e incorporando-se à estética universal do seu tempo. A inesgotável obra de Ivan Serpa, que ora apenas introduzimos, ultrapassará insistentemente qualquer tentativa de síntese. No entanto, pretendemos que esta edição e as informações nela reunidas produzam estímulo para conhecer, cada vez mais, a sua arte, fonte significativa de nossa cultura artística.

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Capa do livro Goeldi

Goeldi

Um desejo de contribuir na documentação da história da arte no Brasil é a força matriz que nos incentivou a publicar este livro sobre a vida e a obra de Oswaldo Goeldi. Assim, é com imenso prazer que apresentamos a história de um artista que ajudou contribuir no projeto de atualizar a arte brasileira, um homem que transitava entre a absorção de influencias externas e uma expressão autônoma de linguagem artística – mas sempre com valores universais. Em 1919, ao voltar para Brasil dos seus estudos na Suíça, Goeldi trabalhou com seus pares para implementar o processo de modernização do nosso ambiente artístico. Ele selecionou gravuras e desenho como seus meios de expressão e provou com uma dose de genialidade que a excelência na arte supera e independe do apoio e das técnicas usados.Este livro procura proporcionar uma visão ampla do seu conjunto de obras e, ao mesmo tempo, reconstruir o contexto em que foi realizado, oferecendo uma chave para a sua compreensão à luz do desenvolvimento da arte pelo mundo. Estamos cientes da enorme tarefa enfrentada por aqueles que buscam, de forma ativa, recuperar e preservar nossa história cultural, principalmente diante da ausência de uma bibliografia especializada. Esperamos com toda sinceridade que esta edição consiga renovar alguns aspectos deste conhecimento e ajude divulgar uma parte importante da herança rica das artes visuais no Brasil.

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Capa do livro Volpi

Volpi

Temos o orgulho de contribuir no resgate de parte da história da arte brasileira com publicações como essa sobre as obras de Alfredo Volpi. Como expressão de liderança nas artes durante um período de transformações culturais relevantes (1920s - 1970s), sua carreira se entrelaça com a época de maior vitalidade e renovação na arte brasileira. Ciente da escassez de bibliografia especializada, gostaríamos de contribuir para o reconhecimento e apreciação da nossa herança cultural rica através desta edição, elaborada para ser uma ferramenta para a análise e compreensão do trabalho do Volpi.

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Capa do livro Iberê Camargo

Iberê Camargo

É com muito prazer e orgulho que podemos contribuir para a publicação deste livro acerca das obras do grande mestre da arte moderna brasileira, Iberê Camargo.A nossa intenção é de ajudar documentar os períodos importantes da história da arte no Brasil e de seus artistas.Neste momento, estamos apresentando a obra intensa e singular de um artista extemporâneo cujos quadros vigorosos revelaram um artista essencialmente contemporâneo. Com esta nova publicação, esperamos ter acrescentado ao conjunto especializado de bibliografia sobre a arte e, principalmente, conseguido a divulgar mais amplamente a obra extraordinária de Iberê Camargo.

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Educação

Investimos em projetos que incentivam o desenvolvimento de talentos, a busca pela excelência, a meritocracia e o empreendedorismo, contribuindo para a capacitação de jovens e futuros líderes do País. Mantemos projetos educacionais em parceria com renomadas instituições de ensino, como Endeavor, USP (Universidade de São Paulo), Fundação Estudar, Insper e um dos mantenedores do Endowment da Poli.

Cidadania

Temos inúmeros projetos sociais e culturais em todo o Brasil.

Investimos em iniciativas que ampliam o acesso à educação infanto-juvenil e proporciona melhor qualidade de vida. Apoiamos e incentivamos os nossos funcionários a também apoiar, individualmente, instituições reconhecidas por seus trabalhos junto à sociedade brasileira.

Abaixo mais detalhes sobre as instituições apoiadas:

AACD

A AACD é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, que trabalha há 58 anos pelo bem-estar de portadores de deficiência física.

Ela nasceu do sonho de um médico, que desejava criar no Brasil um centro de reabilitação para tratar deficientes com a mesma qualidade dos centros que conhecia no exterior. Foi pensando nisso que o Dr. Roberto da Costa Bomfim reuniu um grupo de patrocinadores e, no ano de 1950, fundou a AACD. O centro foi inaugurado em junho de 1963 e funciona até hoje no mesmo endereço - mas conta com mais sete unidades espalhadas pelo Estado de São Paulo e pelo Brasil.

Fraternidade Irmã Clara

A Fraternidade Irmã Clara tem a missão de atender e abrigar portadores de paralisia cerebral, em qualquer grau, sem discriminação. O objetivo da entidade é promover qualidade de vida por meio da reabilitação motora e cognitiva, além da valorização do vínculo familiar.

O BTG Pactual apoia a FIC por compreender a importância de uma estrutura física adequada para receber os pacientes e realizar um bom atendimento. Nossos investimentos permitiram a realização de reformas na sede da entidade e obras para ampliar o local. Com isso, a FIC pode acolher um número maior de pacientes.

TUCCA

O BTG Pactual investe com orgulho no TUCCA, uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 1998 com a missão de aperfeiçoar as condições do tratamento de crianças e adolescentes com câncer.

Em parceria com o Hospital Santa Marcelina, na Zona Leste da cidade de São Paulo, o TUCCA atua desde o diagnóstico até a reabilitação dos pacientes, complementando o tratamento do SUS.

O trabalho da entidade permite que crianças e adolescentes carentes tenham acesso aos tratamentos mais avançados contra o câncer. Além disso, são oferecidas bolsas de estudo a jovens residentes de oncologia para especialização no exterior. Hoje, já são mais de 1 mil crianças e adolescentes atendidos pela associação.

Lar das Crianças

Como instituição beneficente, fundada em 1937, o Lar das Crianças possui um núcleo de atendimento à criança, ao jovem e à família em situação de vulnerabilidade,         seja pela carência emocional, social ou econômica.

O Lar tem sua sede há 60 anos no bairro do Alto da Boa Vista, sendo referência em sua área de atuação na comunidade local. Atualmente, atende a cerca de 400 crianças e jovens a partir dos 4 anos de idade até o seu encaminhamento profissional.

Instituto Esporte e Educação

Organização Civil de Interesse Público que tem como objetivo implementar a metodologia do esporte educacional em comunidades de baixa renda, norteada pelos princípios do esporte educacional: inclusão de todos, respeito a diversidade, construção coletiva, educação integral e o rumo a autonomia, desenvolvendo a cultura esportiva com a finalidade de formar o cidadão crítico, criativo e protagonista.

Verdescola

Fundado em 2005, o Instituto Verdescola tem como missão promover a conscientização socioambiental através de um ensino da sustentabilidade. Com uma equipe multidisciplinar, formada por educadores de diferentes áreas, o instituto oferece cursos, capacitações e treinamentos, além de visitar escolas públicas de São Paulo, dando oficinas sobre sustentabilidade.

Alfasol

Entidade da sociedade civil criada em 1996, tem a missão de disseminar e fortalecer o desenvolvimento social por meio de práticas educativas sustentáveis. Com um modelo simples de alfabetização inicial, inovador e de baixo custo, a Organização trabalha pela redução dos índices de analfabetismo no país. Até o final de 2010, a AlfaSol registrou o atendimento de 5,5 milhões de alunos em 2.205 municípios brasileiros, além da capacitação de 257 mil alfabetizadores.

Instituto Reciclar

Organização sem fins lucrativos com a missão de proporcionar a jovens em situação de vulnerabilidade e risco social oportunidades de educação e aprendizado profissional para promoção de sua autoestima, inclusão social e exercício pleno da cidadania. O Instituto foi fundado em 1995 e está localizado no Jaguaré. Seu programa é direcionado a jovens de 14 a 19 anos e está fundamentado em três fases: complementação cultural-educacional, oficina de reciclagem e inserção no mercado de trabalho.

GRAAC

O GRAACC é uma instituição sem fins lucrativos, criada para garantir a crianças e adolescentes com câncer o direito de alcançar todas as chances de cura com qualidade de vida.

O hospital do GRAACC realiza mensalmente cerca de 2.500 atendimentos, entre sessões de quimioterapia, consultas, procedimentos ambulatoriais, cirurgias, transplantes de medula óssea e outros. Além de diagnosticar e tratar o câncer infantil, o GRAACC atua no desenvolvimento do ensino e pesquisa.

O GRAACC nasceu em 1991, graças à iniciativa do Dr. Sérgio Petrilli, chefe do setor de Oncologia do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina, o engenheiro voluntário Jacinto Antonio Guidolin e Sra. Léa Della Casa Mingione, voluntária do HC.

O primeiro passo foi transferir o Setor de Oncologia Pediátrica do Hospital São Paulo para uma casa, conhecida como a "casinha".

Os pequenos pacientes eram atendidos nesse local, dentro do conceito de hospital-dia, onde recebiam atendimento médico e assistencial e voltavam para as suas casas.

Fundamentado na parceria universidade/empresa/comunidade, o GRAACC despertou em empresas e instituições de larga visão social a confiança e o interesse em participar da construção do Instituto de Oncologia Pediátrica - IOP/GRAACC/UNIFESP, o hospital do GRAACC.

Em maio de 1998, esse sonho se torna realidade. É construído um moderno hospital de nove andares e dois subsolos, em 4.200 m², especializado no atendimento de crianças e adolescentes.

O hospital é gerenciado e administrado pelo GRAACC e a assistência médica, o ensino e a pesquisa são conduzidos em convênio com a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM).

Anualmente, o GRAACC é auditado pela Pricewaterhouse. Desde 2008, o voluntariado do GRAACC é certificado com o ISO 9001.